Manifesto 365 Dias de Literatura
Nesses 365 dias da minha vida a minha preocupação será o que eu vou lhe dar para ler. Que gosto terá o que eu lhe der, que mensagem lhe passará, em que estado de espirito lhe deixará, será que foi demasiado, será que devia ter dado mais, será que no dia x lhe apetecerá um texto leve, ou um mais solene, talvez um meditativo, talvez um sério, ou um em tom engraçado, ou um que lhe mostre quão bela é a vida!
Nesses 365 dias da minha vida eu serei um canal que leva o melhor, o mais importante, o mais belo, o mais construtivo, o mais educativo, o mais apaixonante de tudo o que nos rodeia a si. A minha função será tudo absorver e depois filtrar a nata de tudo e entregar a si.
Este é um desafio, o maior desafio que eu já me impus, um exercício de criatividade de dimensões gigantescas. Este desafio implica uma constante reinvenção da minha escrita, da minha personalidade e da própria definição do que é a crónica e do que é a literatura. Eu falo de 365 crónicas diferentes, 365 crónicas que levem a minha assinatura, portanto de 365 textos que eu considerarei perfeitos. Falo de textos que eu quero deixar ao mundo inteiro, de textos que eu quero que persistam por muitas gerações. Falo, portanto de uma total entrega minha a este projecto.
Durante esses 365 dias eu pretendo esticar até aos limites as minhas capacidades como humano, como pessoa, como cidadão e como escritor.
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Aqui vai encontrar crónicas literárias e artigos de auto ajuda que lhe tornarão numa pessoa mais sensível, sábia e mais consciente em relação ao mundo e as belezas da vida. E isso diariamente.
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